Histórias reais. Experiência de
quem chegou lá.

Conheça a trajetória
de quem vai conduzir
a sua preparação

Por trás de cada aprovação existe uma história de esforço, disciplina e propósito. Conheça os fundadores, professores e mentores do Ponto Juris, profissionais que transformaram o sonho de ser policial em realidade e agora compartilham conhecimento, estratégia e experiência para ajudar você a conquistar sua vaga.

Histórias reais. Experiência de
quem chegou lá.

Conheça a trajetória de quem vai conduzir a sua preparação

Por trás de cada aprovação existe uma história de esforço, disciplina e propósito. Conheça os fundadores, professores e mentores do Ponto Juris, profissionais que transformaram o sonho de ser policial em realidade e agora compartilham conhecimento, estratégia e experiência para ajudar você a conquistar sua vaga.

PROFESSORES

gUTEMBERG MORAIS

O sonho de ser Delegado de Polícia me acompanha desde criança. Meu pai foi Delegado da Polícia Civil do Distrito Federal e, de alguma forma, cresci tendo essa carreira como referência.

Quando ingressei no curso de Direito do UniCEUB, já sabia onde queria chegar. Desde os primeiros anos da faculdade, procurei direcionar minha formação pensando também na preparação para o concurso de Delegado de Polícia.

Naquela época, passei a me interessar muito pela trajetória de candidatos aprovados. Lia livros e relatos dos primeiros colocados e tentava entender o que havia em comum entre aqueles que conseguiam alcançar resultados tão expressivos.

Alguns pontos apareciam constantemente. Um bom material de base, planejamento, revisões frequentes e, principalmente, muitas questões.

Percebi também que os candidatos que conseguiam avançar de forma consistente não estudavam simplesmente aquilo que tinham vontade naquele dia. Existia um caminho. O conteúdo era organizado de maneira que fosse possível avançar pelo edital e, ao mesmo tempo, retornar diversas vezes ao que já havia sido estudado.

Foi assim que comecei a estruturar a minha própria preparação. Ao final da faculdade e nos anos seguintes, vieram as aprovações. Aos 23 anos, fui aprovado em diferentes concursos públicos, entre eles Delegado da Polícia Civil do Paraná, Agente de Polícia da PCDF, Polícia Militar do Distrito Federal, além das carreiras de Analista da Defensoria Pública e Analista do Ministério Público da União.

Ingressei na Polícia Civil do Distrito Federal como Agente de Polícia e continuei estudando para o meu principal objetivo. Aos 25 anos, fui aprovado para Delegado de Polícia da PCDF, carreira que exerço até hoje.Por ter alcançado esses resultados ainda muito jovem, algumas pessoas começaram a me procurar querendo entender como eu havia estudado e, principalmente, como havia organizado a minha preparação.

Foi nesse momento que comecei a perceber um problema que depois se tornaria uma das razões para a criação do Ponto Juris. Muita gente estudava muito, mas estudava sem direção.Eram bons alunos, dedicavam horas à preparação, mas utilizavam materiais inadequados, acumulavam conteúdo, revisavam pouco, faziam poucas questões e, muitas vezes, sequer conseguiam percorrer todo o edital antes da prova.

Comecei, então, a orientar algumas dessas pessoas utilizando os mesmos princípios que haviam norteado a minha preparação. Planejamento, material adequado, revisões e resolução constante de questões. A primeira turma tinha apenas dez alunos. Sete foram aprovados. Ali começava, ainda de maneira muito pequena, o que viria a se tornar o Ponto Juris.

Nos anos seguintes, passei a acompanhar cada vez mais alunos e a desenvolver planejamentos específicos para diferentes concursos. Em 2022, Érico passou a fazer parte desse projeto e iniciamos uma nova etapa de crescimento e estruturação. A equipe aumentou, vieram novos professores e mentores, desenvolvemos nossos próprios materiais, projetos e ferramentas, estruturamos nossa sede e aperfeiçoamos uma metodologia construída a partir de anos acompanhando de perto a preparação de candidatos.

Em 2026, completamos dez anos desde aquela primeira turma. Muita coisa mudou desde então. O que não mudou foi a ideia que deu origem ao Ponto Juris. O aluno precisa estudar. Mas precisa, antes de tudo, saber exatamente qual caminho percorrer. Foi assim que organizei a minha própria preparação e é esse caminho que, há dez anos, buscamos construir para cada aluno que confia seu projeto de aprovação ao Ponto Juris.

PROFESSORES

gUTEMBERG MORAIS

O sonho de ser Delegado de Polícia me acompanha desde criança. Meu pai foi Delegado da Polícia Civil do Distrito Federal e, de alguma forma, cresci tendo essa carreira como referência.

Quando ingressei no curso de Direito do UniCEUB, já sabia onde queria chegar. Desde os primeiros anos da faculdade, procurei direcionar minha formação pensando também na preparação para o concurso de Delegado de Polícia.

Naquela época, passei a me interessar muito pela trajetória de candidatos aprovados. Lia livros e relatos dos primeiros colocados e tentava entender o que havia em comum entre aqueles que conseguiam alcançar resultados tão expressivos.

Alguns pontos apareciam constantemente. Um bom material de base, planejamento, revisões frequentes e, principalmente, muitas questões.

Percebi também que os candidatos que conseguiam avançar de forma consistente não estudavam simplesmente aquilo que tinham vontade naquele dia. Existia um caminho. O conteúdo era organizado de maneira que fosse possível avançar pelo edital e, ao mesmo tempo, retornar diversas vezes ao que já havia sido estudado.

Foi assim que comecei a estruturar a minha própria preparação. Ao final da faculdade e nos anos seguintes, vieram as aprovações. Aos 23 anos, fui aprovado em diferentes concursos públicos, entre eles Delegado da Polícia Civil do Paraná, Agente de Polícia da PCDF, Polícia Militar do Distrito Federal, além das carreiras de Analista da Defensoria Pública e Analista do Ministério Público da União.

Ingressei na Polícia Civil do Distrito Federal como Agente de Polícia e continuei estudando para o meu principal objetivo. Aos 25 anos, fui aprovado para Delegado de Polícia da PCDF, carreira que exerço até hoje.Por ter alcançado esses resultados ainda muito jovem, algumas pessoas começaram a me procurar querendo entender como eu havia estudado e, principalmente, como havia organizado a minha preparação.

Foi nesse momento que comecei a perceber um problema que depois se tornaria uma das razões para a criação do Ponto Juris. Muita gente estudava muito, mas estudava sem direção.Eram bons alunos, dedicavam horas à preparação, mas utilizavam materiais inadequados, acumulavam conteúdo, revisavam pouco, faziam poucas questões e, muitas vezes, sequer conseguiam percorrer todo o edital antes da prova.

Comecei, então, a orientar algumas dessas pessoas utilizando os mesmos princípios que haviam norteado a minha preparação. Planejamento, material adequado, revisões e resolução constante de questões. A primeira turma tinha apenas dez alunos. Sete foram aprovados. Ali começava, ainda de maneira muito pequena, o que viria a se tornar o Ponto Juris.

Nos anos seguintes, passei a acompanhar cada vez mais alunos e a desenvolver planejamentos específicos para diferentes concursos. Em 2022, Érico passou a fazer parte desse projeto e iniciamos uma nova etapa de crescimento e estruturação. A equipe aumentou, vieram novos professores e mentores, desenvolvemos nossos próprios materiais, projetos e ferramentas, estruturamos nossa sede e aperfeiçoamos uma metodologia construída a partir de anos acompanhando de perto a preparação de candidatos.

Em 2026, completamos dez anos desde aquela primeira turma. Muita coisa mudou desde então. O que não mudou foi a ideia que deu origem ao Ponto Juris. O aluno precisa estudar. Mas precisa, antes de tudo, saber exatamente qual caminho percorrer. Foi assim que organizei a minha própria preparação e é esse caminho que, há dez anos, buscamos construir para cada aluno que confia seu projeto de aprovação ao Ponto Juris.

ÉRICO PALAZZO

Desde criança, convivi muito de perto com o serviço público. Meus pais são funcionários públicos e, de certa forma, cresci enxergando aquela realidade como algo que fazia parte da minha vida. Por isso, durante muito tempo, sempre imaginei que também seguiria esse caminho.

Quando me formei em Direito, porém, decidi fazer diferente. Em vez de começar imediatamente a estudar para concursos, quis experimentar o mercado privado.

Mudei-me para São Paulo e passei quase três anos trabalhando em grandes empresas e escritórios de advocacia, atuando principalmente na área tributária. Foi uma experiência importante, mas o desejo de ser servidor público continuava presente.

No ano em que me casei, comecei a perceber que a vida que eu levava em São Paulo não correspondia àquilo que eu imaginava para o meu futuro. Eu tinha como referência a qualidade de vida que sempre vi meus pais terem no serviço público. Foi então que tomei uma decisão que, olhando hoje, mudou completamente a minha trajetória: voltei para Brasília, já casado e desempregado, para começar praticamente do zero, aos 27 anos de idade, e estudar para concursos.

Comecei sem orientação e cometendo muitos dos erros que hoje vejo diariamente nos alunos. Naquela época, meu objetivo inicial era a carreira de tribunais. Eu sequer havia parado para pensar em ser policial. Durante a preparação, surgiu o concurso para Agente da Polícia Civil do Distrito Federal. Percebi que boa parte do conteúdo tinha alguma relação com aquilo que eu já vinha estudando e resolvi fazer a prova. Para minha surpresa, fui aprovado.

Entrei no curso de formação ainda sem imaginar o quanto aquela escolha mudaria meus planos. Foi durante essa experiência que comecei a conhecer de verdade a carreira policial e desenvolvi uma identificação muito grande com ela. Como eu já era bacharel em Direito, passei a enxergar a carreira de Delegado de Polícia como um novo objetivo. Lembro que, no dia seguinte à conclusão do curso de formação para Agente, já comecei a estudar especificamente para Delegado.

Poucos meses depois, saiu o edital para Delegado da PCDF. Eu teria cerca de quatro meses e meio para me preparar. E eu sabia que estava muito atrás de outros candidatos que já estudavam havia muito mais tempo. Mesmo assim, encarei o desafio. Foram quatro meses e meio de uma preparação extremamente intensa, praticamente com o único objetivo de estudar. Consegui a aprovação na prova objetiva, depois na discursiva e, finalmente, na prova oral. Em 2017, tomei posse como Delegado de Polícia do Distrito Federal.

Pouco depois da posse, surgiu a oportunidade de começar a falar sobre concursos públicos e a orientar outras pessoas que estavam passando pelo mesmo processo que eu havia vivido. Em 2018, comecei a dar aulas de Direito Penal, Direito Processual Penal e Legislação Penal Extravagante. E foi aí que passei a enxergar o universo dos concursos de uma outra perspectiva: não mais como candidato, mas como professor e orientador.

Comecei a perceber que muitas das dificuldades que eu encontrava nos alunos eram exatamente aquelas que eu próprio havia enfrentado. Eu estudei sem orientação, cometi erros, perdi tempo e, muitas vezes, não sabia exatamente se estava estudando da maneira correta. Em 2022, recebi o convite do Gutemberg Morais para fazer parte do Ponto Juris. Desde então, passei a atuar não apenas dando aulas, mas também ajudando os alunos a entenderem como estudar, como organizar a preparação e, principalmente, como transformar o estudo em uma estratégia capaz de levá-los à aprovação.

Hoje, quando converso com um aluno que está começando, consigo enxergar muito da minha própria trajetória. Eu sei o que é começar sem saber exatamente o que fazer, estudar errado, ter dúvidas sobre o caminho e, ainda assim, continuar. Talvez por isso a orientação tenha se tornado uma parte tão importante do meu trabalho. Eu vivi esse processo na prática e sei o quanto uma boa orientação pode encurtar um caminho que, muitas vezes, é desnecessariamente longo.

Foi assim que a docência e a orientação para concursos deixaram de ser apenas uma atividade profissional e passaram a fazer parte do que considero um propósito: ajudar outras pessoas a percorrerem um caminho que eu mesmo percorri, mas com mais direção, mais estratégia e menos erros.

ÉRICO PALAZZO

Desde criança, convivi muito de perto com o serviço público. Meus pais são funcionários públicos e, de certa forma, cresci enxergando aquela realidade como algo que fazia parte da minha vida. Por isso, durante muito tempo, sempre imaginei que também seguiria esse caminho.

Quando me formei em Direito, porém, decidi fazer diferente. Em vez de começar imediatamente a estudar para concursos, quis experimentar o mercado privado.

Mudei-me para São Paulo e passei quase três anos trabalhando em grandes empresas e escritórios de advocacia, atuando principalmente na área tributária. Foi uma experiência importante, mas o desejo de ser servidor público continuava presente.

No ano em que me casei, comecei a perceber que a vida que eu levava em São Paulo não correspondia àquilo que eu imaginava para o meu futuro. Eu tinha como referência a qualidade de vida que sempre vi meus pais terem no serviço público. Foi então que tomei uma decisão que, olhando hoje, mudou completamente a minha trajetória: voltei para Brasília, já casado e desempregado, para começar praticamente do zero, aos 27 anos de idade, e estudar para concursos.

Comecei sem orientação e cometendo muitos dos erros que hoje vejo diariamente nos alunos. Naquela época, meu objetivo inicial era a carreira de tribunais. Eu sequer havia parado para pensar em ser policial. Durante a preparação, surgiu o concurso para Agente da Polícia Civil do Distrito Federal. Percebi que boa parte do conteúdo tinha alguma relação com aquilo que eu já vinha estudando e resolvi fazer a prova. Para minha surpresa, fui aprovado.

Entrei no curso de formação ainda sem imaginar o quanto aquela escolha mudaria meus planos. Foi durante essa experiência que comecei a conhecer de verdade a carreira policial e desenvolvi uma identificação muito grande com ela. Como eu já era bacharel em Direito, passei a enxergar a carreira de Delegado de Polícia como um novo objetivo. Lembro que, no dia seguinte à conclusão do curso de formação para Agente, já comecei a estudar especificamente para Delegado.

Poucos meses depois, saiu o edital para Delegado da PCDF. Eu teria cerca de quatro meses e meio para me preparar. E eu sabia que estava muito atrás de outros candidatos que já estudavam havia muito mais tempo. Mesmo assim, encarei o desafio. Foram quatro meses e meio de uma preparação extremamente intensa, praticamente com o único objetivo de estudar. Consegui a aprovação na prova objetiva, depois na discursiva e, finalmente, na prova oral. Em 2017, tomei posse como Delegado de Polícia do Distrito Federal.

Pouco depois da posse, surgiu a oportunidade de começar a falar sobre concursos públicos e a orientar outras pessoas que estavam passando pelo mesmo processo que eu havia vivido. Em 2018, comecei a dar aulas de Direito Penal, Direito Processual Penal e Legislação Penal Extravagante. E foi aí que passei a enxergar o universo dos concursos de uma outra perspectiva: não mais como candidato, mas como professor e orientador.

Comecei a perceber que muitas das dificuldades que eu encontrava nos alunos eram exatamente aquelas que eu próprio havia enfrentado. Eu estudei sem orientação, cometi erros, perdi tempo e, muitas vezes, não sabia exatamente se estava estudando da maneira correta. Em 2022, recebi o convite do Gutemberg Morais para fazer parte do Ponto Juris. Desde então, passei a atuar não apenas dando aulas, mas também ajudando os alunos a entenderem como estudar, como organizar a preparação e, principalmente, como transformar o estudo em uma estratégia capaz de levá-los à aprovação.

Hoje, quando converso com um aluno que está começando, consigo enxergar muito da minha própria trajetória. Eu sei o que é começar sem saber exatamente o que fazer, estudar errado, ter dúvidas sobre o caminho e, ainda assim, continuar. Talvez por isso a orientação tenha se tornado uma parte tão importante do meu trabalho. Eu vivi esse processo na prática e sei o quanto uma boa orientação pode encurtar um caminho que, muitas vezes, é desnecessariamente longo.

Foi assim que a docência e a orientação para concursos deixaram de ser apenas uma atividade profissional e passaram a fazer parte do que considero um propósito: ajudar outras pessoas a percorrerem um caminho que eu mesmo percorri, mas com mais direção, mais estratégia e menos erros.

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